Eis uma daquelas notícias, que não nos diz muito que não soubessemos já: segundo o relatório 'Perspectiva das Migrações Internacionais' da OCDE/2007, existem 1951 enfermeiros portugueses a trabalhar nos chamados países ricos, número que equivale a 5,7 por cento dos enfermeiros a trabalhar em Portugal.
Guadalupe Simões do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) reage no Correio da Manhã: “duas das causas para a saída de enfermeiros de um País em que o Governo reconhece existir uma carência de 30 mil destes profissionais, resulta de serem oferecidas condições precárias de trabalho como estágios não remunerados nos hospitais cujo objectivo é suprimir postos de trabalho e contratos sem quaisquer garantias de futuro”.
Bem, não sei quando é que o governo (ou quem quer que seja, exceptuando a Ordem dos Enfermeiros e o SEP) reconheceu tal coisa, mas ainda assim... ó amiga Guadalupe, por que no te callas?!
